A baixa auto estima é uma das doenças humanas mais destrutivas.
Pessoas, mentem, roubam, fingem, e em casos extremos, agem de forma primitiva, agredindo e matando.
Diz se muito sobre a tendência de alguém pobre a seguir caminhos desonestos e criminosos pela sua falta de oportunidades, sua necessidade de comer, vestir e resumidamente existir. Mas o que estaria escasso não é seu suprimento de amor de próprio, de senso crítico, noção de sua própria capacidade como existência?
A maioria dos que roubam hoje em dia, dos ladrões de terno aos de chinelo, o faz porque precisa de "coisas" pra se sentir melhor com elas mesmas, pessoas mentem e fingem porque não lhes agrada a verdade sobre elas, pessoas cometem atrocidades, porque estão doentes de mais.
Há os que vivem desesperadamente buscando coisas de que não precisa, tentando preencher o vazio que eles mesmos criaram. Alguns trabalham arduamente pra isso, outras furtam, roubam, coagem. Muitas vezes não há grandes diferenças entre eles.
Há também aqueles que mergulham no contraste entre e a consciência e o ego e se afogam.
Baixa alto estima é reflexo de um ego por demais alimentado.Quando a consciência entra em jogo, trava-se uma guerra necessária, mas que se não bem arquitetada, pode não deixar vencedores.
É muito difícil, numa sociedade que nos estimula a alimentar nosso ego e não nosso amor próprio (que ativa a consciência), não se ver em meio a influências subliminares e se entregar ao conforto do ego, mas isso também há de ser necessário.
A baixa auto estima, o ego, o sistema doente, são fatores importantes no processo de formação de guerras interiores (e exteriores), mas eles não são os generais do exército. E são muitas vezes, inclusive, instrumentos necessários para o crescimento e o progresso, contanto que o verdadeiro General esteja no controle. Quando não, nos tornamos o inimigo e o instrumento da nossa própria destruição.
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